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quarta-feira, 19 de março de 2014

... E agora? Protestar ou não protestar. Eis a questão!


Segundo a FOLHA, no
Segundo a FOLHA, no próximo sábado, São Paulo, Rio e outras cerca de 200 cidades realizarão a "Marcha da Família Com Deus", cuja principal reivindicação é a intervenção militar para se retirar do poder os políticos corruptos, "arrumar a casa" e depois devolver o poder aos civis.
Os organizadores de "Marcha da Família Com Deus" acreditam que estão defendendo a democracia porque o governo que está aí pretende instalar o comunismo no país. Imagine só, depois de não ter dado certo em nenhum lugar do mundo, porque daria aqui?... E acreditar que o atual governo tensiona dividir algo com alguém, e de de forma igualitária, é, no mínimo, ser muuuuuuuuito ingênuo. Ele faz de tudo para se perpetuar no poder, ESTA É SUA PLATAFORMA POLÍTICA.
Contudo, estão divulgando - e precisa mesmo divulgar -  a "ficha nada limpa" dos organizadores desta marcha e depois de ler dá até medo de aderir. Fica a dúvida: como alguém sem moral pode defender a moral?
Veja nestes links (aqui e aqui) e depois, se interessar, pesquise mais na internet sobre a vida pregressa dos organizadores da marcha.
É claro que dá vontade de participar: ao saber que a marcha pretende dar um basta à corrupção e aos corruptos, promover a moralização dos três poderes e, com isso, melhorar a situação bizarra em que o país se encontra.
Mas... esta reedição da "Marcha da Família Com Deus Pela Liberdade", ocorrida em 1964 alguns dias antes do golpe militar (que não dependeu dela para acontecer) vem ganhando força não por temer os comunistas comedores de criancinhas, mas porque a sociedade não está satisfeita com os desmandos do atual governo: um governo autoritário, que se utiliza daquilo que sempre combateu - a corrupção - para se manter aonde está.
Para mim pouco importa se os organizadores são pessoas que não acreditam que os militares fossem torturadores ou coisa do gênero. Pouco me interessa se os organizadores também não são "santinhos". O que importa, para mim, é saber que muitas pessoas estão se interessando, cada dia mais, em se manifestar contra a situação atual.
Eu também quero protestar.

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